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  • Rodolpho Vinícius Calixto

A palavra da vez no Setor Elétrico é “Transição”

Atualizado: 19 de Set de 2019

todos os desvios levavam à uma única solução para o Setor “a transição energética”, mas, a transição realmente existe?




Anunciadas as trocas governamentais aliadas aos acontecimentos recentes no Estado brasileiro, nos deparamos com um momento de inflexão no setor elétrico. As rotas mudaram nos últimos 10 anos e os caminhos se afunilaram, todos os desvios levavam à uma única solução para o Setor “a transição energética”, mas, a transição realmente existe?


A Inovação e disrupção do setor veio a calhar justamente no momento de crise das concessionárias, com o apetite voraz das startups focadas na melhoria dos processos e a desestatização e internacionalização do setor ajudaram a enforcar as concessionárias e criar um  novo rumo para o setor. De fato deu-se início a transição energética.


A geração distribuída foi instituída e massificada, alterações na regulamentação do setor colaboraram para que plantas de Geração pudessem transacionar energia fora do mercado cativo, a abertura do crédito e programas de aceleração de crescimento puseram fogo no setor. Multinacionais cresceram os olhos no mercado brasileiro e fixaram suas bases no Estado. O Brasil se tornava o mercado mais promissor atraindo cada vez mais investidores e em crescente desenvolvimento deslanchando no desenvolvimento do Setor.

Está implementada a transição? O mercado estava aquecido, bilhões em investimentos fortaleceram o setor, inúmeras novas empresas passaram a gerar empregos e vislumbrar um mercado promissor, com isso aparece o amadurecimento do mercado e a competitividade faz com que os inovadores do Setor Energético despontem mundialmente, cria-se uma cadeia de inovação e aceleração, onde quem se escala mais rápido e em um pequeno tempo se torna o Unicórnio da vez, deixando os dinossauros para trás.


As concessionárias estatizadas não acompanharam o ritmo frenético de disrupção das frentes inovadoras e criadoras de novos processos, a legisladora do setor elétrico aperta o cerco para os resultados, pois se o as cobranças continuassem folgadas, caminharíamos para um colapso do SIN, nesta diretriz, as concessionárias multinacionais que se colocaram na vanguarda começaram a gerir o mercado de forma inteligente, o SPIN necessário para um novo modelo de cliente, colocando em prática o benchmarking aplicado no exterior, surgem novos processos e novas metodologias, e os promissores mini unicórnios passam a ser absorvidos por esses Dinossauros antes que cresçam, trazendo assim uma nova era de Gestão de Energia, iniciando assim a Transição Energética.


É a quarta Revolução Industrial, o mercado energético é atropelado por novas criações, as Concessionárias não acompanham os avanços da Tecnologia, a Pressão Política aumenta, as transições recentes nas Lideranças Políticas mundiais frenam o desenvolvimento energético e frustram os investidores,  estagnação na transição e as mudanças legais passam a gerar frustração e o clima de empolgação dá lugar a cautela, e assim algumas Nações se distanciam da Transição.


Afinal, como deve ser a Gestão pública para de fato implementarmos de vez a Transição Energética no País? Qual a garantia para os empreendedores do Setor? O Cliente líder da mudança está ansioso por novas possibilidades e o que esperarmos do futuro do Setor?

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